domingo, 21 de junho de 2026

PAZ, DIÁLOGO E CONCILIAÇÃO NO CAMPO

 21/06/2026


Por; Professor Sanderss


O Partido da causa operária – PCO entende que : o caminho para a paz sustentável entre indígenas e produtores rurais no campo, exige a superação da violência por meio do diálogo franco e de mecanismos jurídicos e humanos de conciliação em Mato Grosso do Sul.

O Cenário Atual

Tensões históricas: Disputas por terras que atravessam décadas e geram insegurança jurídica e conflitos sociais severos.

Insegurança mútua: Indígenas lutam por direitos ancestrais; produtores rurais buscam proteger seus investimentos e produção.

Prejuízo coletivo: A falta de entendimento paralisa a economia e destrói o tecido comunitário local.




O Papel do Diálogo e da Conciliação


Criação de pontes (mecanismos): Substituir o confronto por mesas de negociação mediadas por órgãos neutros.

Reconhecimento mútuo: Validar a dignidade e a importância tanto da preservação cultural e ambiental, quanto da produção de alimentos.

Segurança jurídica: Buscar indenizações justas, demarcações claras e soluções homologadas pelos tribunais superiores.

Sustentabilidade pacífica: Unir o conhecimento tradicional indígena à tecnologia agrícola dos produtores rurais para preservar o meio ambiente.

A pacificação do campo não significa a vitória de um lado sobre o outro, mas sim a construção de um espaço onde o direito à terra e o direito ao desenvolvimento caminhem juntos


sexta-feira, 5 de junho de 2026

Poeta de MS lança ‘Suicígena’ sobre índice de suicídios entre povos indígenas

 

O livro é formado por poemas que tratam não apenas sobre suicídio, mas também sobre o que sugere e representa a cultura indígena
Sabrina Sabrina Ventresqui-
                       Américo Calheiros transforma angústia em livro. (Foto: Reprodução/Divulgação)

Angustiado com o cenário alarmante do índice de suicídios entre os povos indígenas, o poeta, escritor 
e teatrólogo Américo Calheiros transformou sua dor no livro “Suicígena”, que será lançado na próxima
 terça-feira (9), a partir das 19 horas, na sede da ASL (Academia Sul-Mato-Grossense de Letras), 
em .

O termo “suicígena” é um neologismo criado pelo próprio autor, da fusão parcial das palavras suicídio e indígena. 

“É a síntese perfeita do espírito do livro, cuja ideia surgiu sob a égide dos suicídios indígenas em Mato Grosso do Sul, à medida que fui tomando contato, pela imprensa, desse fato e também das precárias condições de vida dos indígenas, que são o imediato pano de fundo dessa situação e fator determinante para a perda da vontade de viver das populações indígenas”, resumiu o autor.

O livro é formado por poemas que tratam não apenas sobre suicídio, mas também sobre o que sugere e representa a cultura indígena. 

Com a obra, o artista tem a intenção de trazer a problemática para o centro do debate, para que sejam implementadas políticas públicas mais eficientes e para que se encontrem soluções mais efetivas para os problemas enfrentados pelas populações indígenas.

De acordo com levantamento feito pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi), Mato Grosso do Sul registrou 24 suicídios a cada 100 mil habitantes indígenas em 2022. O índice é três vezes maior do que o da população brasileira geral para o mesmo ano, de oito suicídios a cada 100 mil habitantes, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública.


quarta-feira, 3 de junho de 2026

Documentário Resgata História de Mário Juruna e os Encantos de Barra do Garças

Por Direto de PE · 21 de janeiro de 2026 

 
O Projeto é um projeto que faz composição do Circuito Cultural da Empresa Agência Pêssego e Maçã LTDA CNPJ nº: 48.065.526/0001-86, cuja desenvolvedora é gestora do projeto é CARLITA RODRIGUES MACEDO (Sócia Administrativa da Empresa), o Livro documental desta Temporada traz por Título: Mario Juruna e o Casamento com a Índia Xavante (Janaina Calunga), uma Homenagem da Tribo Xavante da Cidade do Mato Grosso UF: MT com Mini – Biografia de Barra do Garças, contada pelo Morador Histórico “Antônio Orlando da Silva “. Além do Livro será apresentado Videoclipe com imagens Fotográficas de Mirante de Cristo, Discoporto e Serra do Roncador. 

Entre paisagens emblemáticas e narrativas que atravessam gerações, um novo projeto audiovisual propõe mergulhar na memória cultural de Barra do Garças, em Mato Grosso. O documentário Pão da Nova Geração une videoclipe e livro documental para revisitar pontos turísticos como o Mirante do Cristo, a Serra do Roncador e o Discoporto, enquanto resgata uma das lendas mais contadas pela tradição oral local: o controverso e simbólico casamento de Mário Juruna com a índia Xavante Janaina Calunga. 

A obra apresenta o relato transmitido por moradores históricos, revelando como mito, identidade indígena e memória popular se entrelaçam na construção da história da cidade.
O projeto Pão da Nova Geração propõe a produção de um videoclipe e a criação de um livro documental que unem memória histórica, tradição oral e valorização dos pontos turísticos da cidade de Barra do Garças, no estado de Mato Grosso. As gravações e registros visuais contemplam cenários emblemáticos do município, como o Mirante do Cristo, a Serra do Roncador e o Discoporto, locais que carregam forte simbolismo cultural, turístico e místico para a região. A obra documental se debruça sobre uma das lendas mais conhecidas e controversas da história oral local: o suposto casamento de Mário Juruna com uma índia da etnia Xavante. 

Segundo a narrativa popular, amplamente contada por moradores antigos, Mário Juruna teria se unido à indígena Janaina Calunga. O relato afirma que Janaina Calunga ganhou notoriedade dentro da comunidade como uma grande empresária, fato que reforça sua importância social e econômica no imaginário coletivo da época. Ainda de acordo com a lenda, apesar de Janaina Calunga já ser casada, essa condição não teria impedido uma nova união estável com Mário Juruna, uma vez que, conforme a tradição atribuída à tribo Xavante, não haveria limitações para que um indivíduo casado mantivesse outros matrimônios. 

Essa característica cultural é apresentada como parte essencial para a compreensão do contexto da relação descrita na narrativa popular. A história segue relatando que, em determinado momento, Mário Juruna teria desejado sair da relação, considerada frustrada. Diante dessa decisão, Janaina Calunga, descrita na lenda como uma índia brava do Mato, teria se unido a seus aliados e armado uma arapuca contra ele. O desfecho trágico da narrativa aponta que Mário Juruna morreu de pé, acreditando até o fim que Janaina Calunga sempre foi sua ajudadora, protetora e auxiliadora, passando a enxergar todos aqueles que cruzavam seu caminho como perseguidores. 

O conteúdo integra o livro documental intitulado Mário Juruna e o Casamento com a Índia Xavante (Janaina Calunga), que também se apresenta como uma mini-biografia de Barra do Garças. A história é contada a partir do olhar e da memória de um morador histórico da cidade, Antônio Orlando da Silva, cuja narrativa contribui para a preservação da identidade cultural e da tradição oral do município. 

O projeto tem como objetivo registrar, valorizar e difundir histórias que fazem parte do imaginário popular, conectando passado e presente por meio do audiovisual e da literatura documental. A iniciativa reforça a importância de preservar relatos históricos e lendas regionais como patrimônio imaterial, utilizando a arte e a comunicação como instrumentos de memória e identidade cultural.


PAZ, DIÁLOGO E CONCILIAÇÃO NO CAMPO

 21/06/2026 Por; Professor Sanderss O Partido da causa operária – PCO entende que : o caminho para a paz sustentável entre indígenas e pro...