sexta-feira, 24 de março de 2017

Com presença de Comunidade Indígena, Assembléia Legislativa aprova doação de área para a associação de moradores da Água Bonita

21/03/2017        13:30



Por;Sander Barbosa Pereira


Indígenas da Água Bonita chegando na Assembléia Legislativa - MS







Nesta manhã com a presença de moradores e lideranças Indígenas da Comunidade Água Bonita a Assembléia Legislativa de Mato Grosso do Sul, através de votação aprovou a doação da área que era do governo do estado para a associação de moradores  da comunidade Indígena Água Bonita.

Momento da votação que autoriza a doação da área para a comunidade Água Bonita


Com maioria dos votos dos deputados presentes nesta sessão de hoje a luta que já durava 17 anos, chega ao fim e com um resultado surpreendente para os indigenas participantes, muita emoção.

Jovens Indígenas reforçaram o pedido para a aprovação da área


O deputado estadual João Grandão do PT/MS, presidente da Comissão de Assuntos Indígenas foi o responsável por levar esta demanda da comunidade Indígena para a Assembléia Legislativa, após várias reuniões com s secretária de Habitação Maria do Carmo da Agehab e Indígenas.

Duas gerações presentes na  Assembléia Legislativa


Este foi um processo de muita paciência e persistência assim define o Cacique Nito Nelson - presidente da Associação de Moradores da Água Bonita, foram 17 anos de espera e que hoje realiza o sonho de 190 familias desta comunidade.

Cacique Nito Nelson transmitindo confiança aos moradores


" Estou muito feliz e emocionado por saber que o deputado João Grandão conseguiu sensibilizar seus companheiros de parlamento a votar em sua maioria pela aprovação desta doação da área que para nós é muito sagrada e representa a continuidade das nossas crenças e tradições " . Nito Nelson.


Deputado Estadual João Grandão PT/MS, com moradores e lideranças Indígenas da Água Bonita, após a aprovação da doação da área



" Com a aprovação desta doação de área para a associação, estamos extremamente feliz e com o sentimento de dever cunmprido,após 17 anos de luta na busca pela regularização  desta localidade juntamente com o cacique e com o apoio da nossa comunidade e do deputado João Grandão sem o qual não teriamos forças para continuar ", assim também definiu o vice  presidente da associação Alexandre Arévalos.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

MULHERES INDÍGENAS DA ÁGUA BONITA, APÓS CURSO, INICIAM VENDA DE SABÃO CASEIRO PARA GERAÇÃO DE RENDA NA COMUNIDADE.

25/02/2017                          11:30

Por; Sanders Barbosa









( Esq, ) Maria M. Nelson, Dalila e Eliset Terena

Após receberem curso de capacitação profissional as mulheres Indígenas das etnias Terenas e Guarani - Kaiowá da comunidade Água Bonita, iniciaram nesta semana as vendas de Sabão em barra caseiro como forma de gerar renda na comunidade e fortalecer também a união entre os moradores.









Para Maria M.Nelson da etnia Guarani essa é uma forma de prover o sustento da família e poder ajudar a comunidade no desenvolvimento local


 A Indígena Eliset Terena aposta na boa qualidade do produto para atrair os clientes e ampliar as vendas também para fora dos limites da comunidade.

Para maiores informações ou vendas do Sabão caseiro; Ligue para:

(67) 99697 - 4554  ( Eliset Terena )

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Liderança denuncia desmatamento de área de preservação em comunidade Indígena na capital

20/01/2017                                               18:25


Por; Cultura Nativa - MS


O vice presidente da comunidade Indígena Água Bonita Alexandre Arévalos faz denuncia de desmatamento na área de preservação situada dentro da comunidade, ainda alerta de que moradores do local e demais bairros das proximidades também estão usando a área de preservação como depósito de lixo e entulhos conforme mostra o video.

 

Para o Vice presidente essa denuncia tem que chegar ao conhecimento das autoridades da capital, como por exemplos os poderes, Executivo, Legislativo e judiciário para que sejam tomadas as medidas cabiveis contra essas pessoas que estão cometendo estes crimes contra a natureza.

Disse ainda que não se pode deixar que árvores nativas sejam derrubadas e não podemos deixar que fiquem impunes e desrespeitando as leis ambientais, animais silvestres dependem deste habitat para sua sobrevivência e reprodução de diversas espécies tais como aves, répteis entre outros.

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Com pequena área de preservação ambiental Comunidade Indígena luta para salvar animais e plantas de várias espécies


26/10/2016                                  16:13


Por;  Sanders Barbosa









Comunidade Indígena Água Bonita esta localizada na área rural do município de Campo Grande, saída para Cuiabá, BR 163, região do grande Nova Lima,  capital do estado de Mato Grosso do Sul.

Tem dentro do seu pequeno território uma reserva ambiental,que abriga espécies de animais e plantas nativas que necessitam de cuidados especiais em referência a sua preservação.

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

MPF conclui que PF matou Oziel e denuncia delegada por improbidade


19/10/2016                             11:45 


Órgão emitiu recomendação para que policiais federais deixem de usar violência e armas de fogo 


Priscilla Peres e Aline dos Santos 

Índio foi morto em maio de 2013 durante reintegração de posse. (Foto: Simão Nogueira/Arquivo) 



O Ministério Público Federal em Mato Grosso do Sul concluiu, três anos depois, que o índio Terena Oziel Gabriel foi morto pela Polícia Federal. A morte ocorreu em maio de 2013, durante reintegração de posse da fazenda Buriti, em Sidrolândia - distante 71 km de Campo Grande. 

Em nota divulgada à imprensa hoje, o MPF/afirma que a bala de 9 mm e da marca CBC que matou Oziel, na época com 35 anos, é de uso exclusivo da Polícia Federal. Mas não concluiu quem atirou e o caso deve ser arquivado. O indígena estava escondido atrás de uma árvore e portava uma faca, arco e flecha no momento em que foi atingido. 

A delegada da Polícia Federal, Juliana Resende Silva de Lima, vai responder por improbidade administrativa na Justiça Federal. 

O MPF ajuizou ação alegando que Juliana era esposa do delegado Eduardo Jaworski, que atuou na operação como um dos comandantes e, mesmo assim, concluiu que não houve irregularidades e arquivou a investigação. Eduardo Jaworski se matou em junho de 2016, com um tiro. 

Ele foi policial federal durante 15 anos e considerado homem de confiança do então superintendente da corporação, Edgar Paulo Marcon. Juliana será julgada, podendo ser condenada a perder a função pública por até cinco anos e pagar multa de até cem vezes o valor da remuneração recebida. 

A decisão de acusar a delegada acontece, pois para o MPF, a operação policial foi um fracasso e teve vários erros, que resultaram além da morte de Oziel Gabriel, em 36 vítimas feridas, sendo sete por armas de fogo, nove policiais feridos por pedras e 19 indígenas por munição de elastômetro. 



Reintegração ocorreu em maio de 2013, em Sidrolândia. (Foto: MPF/MS) 

Erros e consequências - Para o MPF a polícia federal realizou uma sequência de erros, como enviar tropas militares ao local sem informar a Funai e o Ministério Público e usar força policial desproporcional à conduta dos indígenas. 

Acusa os policiais de terem agido isoladamente, sem se comunicar com demais autoridades. 
O efetivo era de 70 policiais federais, porém só 15 haviam participado de treinamento de armamento e tiro em época recente. Outros 82 policiais do Batalhão de Choque completaram o efetivo. 

Além disso, os policiais pediram reforço para buscar mais armamento e munições não letais, que demoraram duas horas para chegar. Neste período de espera, agiram com armas de fogo, resultando na morte de Oziel Gabriel. 

Com o reforço no local, os policiais recuaram os indígenas até a Aldeia Buriti, além da porteira da fazenda, ou seja, fora dos limites legais do mandado judicial. O Ministério Público e a Funai também não receberam relatórios sobre o dia. 

Inquérito mostra ataque aos indígenas. (Foto: MPF/MS)

 Recomendação 

Diante da conclusão dos erros, o Ministério Público Federal emitiu recomendação para a Polícia Federal, dando prazo de dez dias para que as autoridades policiais respondam se acatam ou não os termos, que incluem ações sem uso de violência e arma de fogo. Recomendou que todos os policiais e delegados tomem conhecimento de portarias e códigos de condutas e que durante ações de desocupação ou reintegração de posse, deem ciência a outros órgãos da União com antecedência mínima de 48 horas. 

Policiais devem evitar utilizar uso da violência, em qualquer nível ou armas de fogo, assim como se esforçar a não realizar reuniões ilegais e se limitar as ações policiais que constam no mandado. Recomenda ainda a utilização de câmeras filmadoras nas operações e planejamento prévio. 

Histórico 

Apontada como fracassada, a operação “Ego Sum Lex” resultou na morte do índígena Oziel Gariel, 35 anos. Ele - que portava exclusivamente, uma faca embainhada, arco e flecha e se posicionava atrás de uma árvore - foi ferido por volta de 9h. O indígena foi atingido por munição 9 milímetros, de uso exclusivo da PF. 

Oziel foi socorrido por parentes em um veículo. No trajeto até Sidrolândia, o pneu do carro estourou e o socorro continuou por meio de carona. Às 9h42min, ele chegou ao hospital de Sidrolândia e faleceu. 

A morte desencadeou visita de comitivas de autoridades a Mato Grosso do Sul, reuniões que se arrastaram por horas, envio da Força Nacional e promessa de indenização pelas fazendas em Sidrolândia. 

Contudo, as promessas ficaram no papel.

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Liderança Indígena grava mensagem de apoio ao candidato a Vereador Sanders Barbosa

20/09/2016                            08:20


Por; Cultura nativa - MS





O vice presidente da comunidade Indígena Água Bonita, localizada na saida para Cuiabá, senhor Alexandre Arévalos, num breve intervalo do plantio e colheita de produção de hortaliças, proveniente do seu trabalho na agricultura rural do municipio de Campo Grande - MS, fez a gravação de um video com mensagem de apoio a candidatura do vereador Sanders barbosa que pertence também ao movimento indígena.

Em seu pensamento entende que o candidato a  vereador Sanders barbosa tem trabalhado muito pela questão indígena da nossa capital e está sempre nas comunidades apoiando os trabalhos das lideranças e que essas ações trazem bons resultados para a população da nossa capital, por isso conclama os demais parentes a apoiar a candidatura.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Ativista Indígena Lança Candidatura a vereador por entender ser o melhor caminho para lutar por politicas Públicas para a população Indígena da Capital Campo Grande - MS


25/08/2016                                            12:46


Por; Cultura Nativa - MS










O candidato a vereador Sanders Barbosa  lança sua candidatura pelo Partido dos Trabalhadores - PT, com o objetivo de encaminhar as demandas da população indígenas da capital Campo Grande, transformar essas reivindicações em politicas públicas que irá de encontro aos anseios dos indígenas em contexto urbano.

Em seus compromissos o candidato Sanders Barbosa elenca  as suas lutas em busca de melhorias nas áreas de Educação, fortalecendo as leis existentes  como por exemplo a LDB/93.94/96 e a lei 11.645 que dizem respeito aos indígenas e educação escolar indígena,  na saúde defende a ampliação do atendimento a população tanto indígena e não indígena.

Defende ainda a regularização fundiárias das áreas atualmente ocupadas, além da ampliação da construção de moradias.

Na questão da cultura indígena defende um investimento maior por entender que são raizes da nossa história e importantes na formação do estado brasileiro e da capital.

sábado, 16 de julho de 2016

Deputado Federal Nilto Tatto de São Paulo Visita acampamento Indígena da Vila Romana

02/07/2016                                     08:00



Por; Cultura Nativa MS

Deputado Federal Nilto Tatto em seu discurso no acampamento Indigena da Vila
 Roma

Em visita a Campo Grande o Deputado Federal Nilto Tatto do PT de São Paulo membro da comissão de direitos humanos e meio ambiente da Câmara Federal, atendendo ao convite de lideranças indigenas da Vila Romana esteve visitando e conhecendo a realidade da população indigena em contexto urbana localizada na saida para Aquidauana.



O deputado Federal Nilto Tatto ficou bastante preocupado com a situação deste moradores e disse que é  fundamental as autoridades locais elaborar projetos de moradias que contemplem os indígenas e se regularizem com urgência essas localidades que atualmente estão ocupadas.



Colocou-se também a disposição para fazer a interlocução junto ao municipio de Campo Grande e disse que seu gabinete em Brasilia estará sempre de portas abertas para todos que procuram ajuda.

O lider Indígena Rotenio disse ao deputado que ficou muito feliz e emocionado com a visita do parlamentar ao acampamento da Vila Romana, disse que isso é um fato histórico e que jamais será esquecido pelos moradores.




Finalizou dizendo que esta muito confiante  de que essa situação tenha um resultado positivo para indígenas e não indígenas que buscam os mesmos objetivos comuns que é a moradia para suas familias manterem suas tradições e culturas tradicionais.