quarta-feira, 31 de julho de 2013

Polícia Federal recebe laudo sobre morte em confronto do índio terena Oziel Gabriel

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31/07/2013                     19:22

Arnor Ribeiro



A Polícia Federal (PF) recebeu na segunda-feira 29 laudo de 71 páginas com análises e observações sobre a morte do índio terena Oziel Gabriel, 35 anos, em confronto com forças de segurança pública federal e estadual no dia 30 de maio deste ano durante operação de reintegração de posse na fazenda Buriti, município de Sidrolândia (64 quilômetros de Campo Grande).

Mantidos sob sigilo, os resultados da perícia foram anexados nessa terça-feira (30) ao inquérito da PF aberto para investigar o caso. 

Exames realizados indicam que no corpo de Oziel havia ferimento provocado por arma de fogo. 

A Assessoria de Imprensa da Superintendência da Polícia Federal em Mato Grosso do Sul informou que o laudo entregue esta semana está sendo avaliado pela PF.

Do prazo de 90 dias (já com prorrogação) para o término das investigações, resta ainda um mês para que o inquérito seja concluído.

Prédio do antigo Museu do Índio voltará aos indígenas, decide governo do Rio

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31/07/2013               18:50

Vladimir Platonow
 Da Agência Brasil, no Rio

Os índios que trocaram a Aldeia Maracanã, na zona norte do Rio, pela Colônia Curupaiti, em Jacarepaguá, na zona oeste, dizem sofrer com más condições.


Os índios que trocaram a Aldeia Maracanã, na zona norte do Rio, pela Colônia Curupaiti, em Jacarepaguá, na zona oeste, dizem sofrer com más condições
Fabio Teixeira/UOL
Os índios que trocaram a Aldeia Maracanã, na zona norte do Rio, pela Colônia Curupaiti, em Jacarepaguá, na zona oeste, dizem sofrer com más condições Depois de uma luta que durou vários anos e de uma desocupação traumática no último mês de março, feita com violência policial e uso de bombas de gás, os índios podem finalmente comemorar a retomada do prédio do antigo Museu do Índio, ao lado do Estádio Jornalista Mário Filho, o Maracanã. 

Antecipado na última segunda-feira (29) pelo governador Sérgio Cabral, a devolução do imóvel aos índios começou a ser concretizado na terça-feira (30), após reunião entre a secretária estadual de Cultura, Adriana Rattes, e diversas lideranças indígenas. A informação foi divulgada nesta quarta (31), em nota da Secretaria Estadual de Cultura. 

Segundo o texto, estiveram presentes ao encontro com a secretária representantes de diversas etnias, incluindo Afonso Apurinã, Carlos Tukano, Garapirá Pataxó, Marize Guarani e Iracema Pankararu. Ficou decidido que haverá uma nova reunião no próximo dia 6, para começar a definir a elaboração do projeto, como nome, estrutura, cronograma e modelo de gestão do futuro Centro Estadual de Estudos e Difusão da Cultura Indígena. 

Adriana Rattes propôs que o centro seja criado como uma instituição pública estadual e sugeriu que tenha na sua estrutura um conselho permanente formado por representantes do Instituto Tamoyo/Aldeia Maracanã, de índios de outras etnias que se interessarem em participar e de entidades e pessoas da sociedade civil ligadas à causa indígena. 

"Os objetivos principais do centro serão os de promover, preservar e difundir a história, os valores, os conhecimentos e todos os aspectos culturais dos indígenas brasileiros, com foco especial nos grupos que vivem ou viveram nas diversas regiões do estado do Rio de Janeiro.

O centro será ainda um ponto de formação, referência e apoio para os índios contemporâneos, diante dos desafios e das transformações culturais por que passam as diversas etnias em suas vivências nas aldeias e também no espaço urbano", diz a secretaria em nota. 

 O prédio do antigo Museu do Índio foi construído no século 19 e abrigou o Serviço de Proteção ao Índio, comandado pelo marechal Cândido Rondon. Transformado em museu, o local teve entre seus diretores o antropólogo Darcy Ribeiro. 

O governo do Rio cogitou demolir o prédio, como parte das obras de reforma do Maracanã, mas, depois dos protestos, desistiu e chegou a planejar a instalação de um museu olímpico no local.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Encontro de Culturas da Chapada promove integração com povos indígenas

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24/07/2013            12:18

Agência Brasil/TL

O 13º Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros, que acontece no povoado de São Jorge, em Alto Paraíso de Goiás, contará com a sétima edição da Aldeia Multiétnica, a partir de hoje (24). 

O espaço promove a integração entre o público e os indígenas. Desde 2011, quando a aldeia ganhou um novo espaço, próximo ao rio São Miguel, um dos povos é o anfitrião do encontro. Naquele ano, a primeira moradia tipicamente indígena construída no local foi uma oca xinguana, do povo Yawalapiti, do Mato Grosso. 

No ano passado, foi a vez dos kaiapós, do Pará, construírem sua oca e receberem os convidados. A missão, agora, ficou com os indígenas da etnia Krahô, que constroem, com a ajuda de quilombolas, sua oca típica. Ela vai se juntar às outras duas, que permanecem erguidas no local.

Além de poder entrar nas moradias e acompanhar a vivência dos índios, o público poderá conferir os rituais, o artesanato, as comidas, os cantos e danças as características de cada tribo. A organização do evento promete rodas de prosa, oficinas de artesanato e pinturas corporais, além de exposições fotográficas e exibição de vídeos produzidos pelos próprios índios.

São esperados cerca de 200 indígenas. Entre os povos do Brasil, estarão presentes os Yawalapiti, Fulni-ô, Kaiapó, Ashaninka e Runikuin. Os índios estão chegando desde o domingo (21). Do Canadá, vieram representantes da etnia Innu, índios norte-americanos. 

O grupo que veio ao Brasil é formado por três indígenas, uma mestiça - filha de mãe Innu e pai não-índio - e tradutora de francês, língua falada em Quebec, região do Canadá onde vivem. O jovem índio Tshiueten conta que veio conhecer a cultura dos indígenas daqui e também mostrar a cultura dos innu. 

Ele explica que, assim como os índios brasileiros, o grupo também tenta preservar as tradições passando os costumes de geração para geração. Tshiueten, por exemplo, está em processo de sucessão espiritual, função atualmente exercida pelo pai. 

Os kaiapós também já estão em São Jorge deste domingo. São 32 pessoas vindas de São Félix do Xingu, no Pará. Para o evento, eles viajaram por dois dias, de ônibus. O líder do grupo, Isaac Kaiapó - nome indígena Bepkaeti -, que está pela quinta vez em São Jorge, conta que eles vão apresentar a cerimônia da Máscara do Tamanduá.

“Quem não é índio pode acompanhar, aprender a música, aprender a dança”, diz ele. Assim que eles chegaram já começaram os preparativos, com a confecção das máscaras feitas de palha de buriti, uma palmeira do Cerrado. Os krahôs, anfitriões desta edição, vieram do Tocantins, onde vivem em uma área demarcada na região do município de Goiatins. 

Os índios só souberam informar o número de adultos, que são 26. Mas nas barracas de camping, montadas ao lado da oca que ainda está sendo erguida, há inúmeras crianças, algumas de colo. Elas correm por todo o acampamento e brincam com as crianças das outras etnias. 

Mesmo antes do início da programação oficial, mulheres krahôs já faziam pinturas corporais nos visitantes interessados em conhecer um pouco dos costumes desta etnia. Osmar Krahô - nome indígena Cuhkô -, governante do grupo, calcula que existam cerca de 3 mil krahôs espalhados pelo Tocantins. 

Entre as atividades que devem apresentar, estão cantorias, pratos típicos, como bolo de mandioca e o processo de empenar, ou seja, enfeitar o corpo com penas. Mas o ponto alto será o ritual Pemp'kahààc, que representa a iniciação das crianças. 

O líder Getúlio Orlando Pinto Krahô - Kruwakaya Krahô - se diz muito feliz em compartilhar as tradições com os outros indígenas e o público. “A casa dos Krahô está sendo preparada e vai ter a festa para poder fazer a integração com os povos”.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Força Nacional vai atuar por mais 30 dias para evitar conflitos em Sidrolândia

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23/07/2013            20:00

Aline dos Santos

O Ministério da Justiça prorrogou por mais 30 dias a permanência da Força Nacional em Sidrolândia, que em 30 de maio foi cenário da reintegração de posse da Fazenda Buriti, resultando na morte de um índio terena e no agravamento do conflito agrário em Mato Grosso do Sul. 

A portaria, publicada na edição de hoje do Diário Oficial da União, também prorroga a permanência da força policial em Aquidauana. 

 O grupo de 110 policiais chegou ao Estado a partir do dia 5 de junho. 

Nos diálogos, o compromisso foi de ficar, ao menos, seis meses. No entanto, de forma oficial, a autorização de permanência era de 30 dias e, agora, foi prorrogada por igual período. Segundo o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, o objetivo é preservar a ordem pública, a incolumidade das pessoas e do patrimônio, “no sentido de proteger a integridade física de todos os envolvidos em conflitos decorridos de invasões de propriedades rurais”. 

A Força Nacional de Segurança faz monitoramento nas estradas, fazendas e aldeias.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Prefeito Bernal participa de consulta pública na Aldeia Urbana Marçal de Souza e acata as reivindicações

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19/07/2013         17:55

Por; SANDER BARBOSA PEREIRA

O prefeito Alcides Bernal e o Conselho Municipal dos Direitos do Indio promoveram na tarde de ontem uma consulta pública na aldeia urbana marçal de souza localizada no bairro Tiradentes que contou com a presença da população local e além de autoridades como a Funai e Comissão de assuntos indigenas da OAB/MS, Sedesc, Sas,Fundac e entre outros.


Prefeito Alcides Bernal em seu discurso na aldeia Urbana Marçal de Souza


Em seu discurso falou do seus trabalhos nestes sete meses de governo e disse que muitos avanços e conquistas ainda estão por vir para a capital e que a população indigena estará comtemplada dentro de outros projetos além do asfaltamento e da reforma do memorial da cultura indigena.

Nas ultimas semanas anunciou a criação da Coordenadoria indigena que irá ajuda-lo a colocar em prática todas as ações voltadas para este segmento da sociedade.

O presidente do Conselho Municipal dos direitos dos indios senhor Eduardo Barbosa agradeceu a presença do prefeito Bernal e disse que este é um momento de grande alegria para os povos indigenas e  que estas ações da prefeitura em prol deste povo Será um marco nas politicas publicas.

Eduardo Barbosa - presidente do conselho municipal dos direitos dos indios





 E que o conselho será sempre um parceiro que o prefeito poderá contar para alavancar e alcançar as metas que estão sendo traçadas a partir deste momento.

Ao final da consulta pública na comunidade indigena os moradores fizeram uma votação e escolheram como primeira ação o asfaltamento(pavimentaçã) e em segunda opção ficou a reforma do memorial da cultura. 

Desta consulta será elaborado um documento final que será encaminhado pelo conselho municipal dos direitos dos indios ao prefeito Alcides Bernal.

VEJA MAIS FOTOS E FAÇA DOWNLOAD NO LINK ABAIXO
http://www.4shared.com/folder/TDvsyIKz/Consulta_Pblica_Aldeia_Urbana_.html






terça-feira, 16 de julho de 2013

Fazendeiro faz acordo com indígenas e retira parte do gado da fazenda Esperança

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16/07/2013       11:50

 Francisco Júnior

Parte do gado da fazenda Esperança, em Aquidauana, ocupada por indígenas da etnia terena, começará a ser retirado na manhã desta terça-feira (16). 

Por intermédio do MPF (Ministério Público Federal) o proprietário Nilton Carvalho fez um acordo com os índios. Na propriedade são cerca de 2 mil cabeças de gado. 

A retirada levará parte desses animais levará pelo menos 15 dias, de acordo com o advogado do dono fazenda, Sergio Muritiba. Segundo ele, as negociações começaram na última sexta-feira. “Ele (Nilton) está retirando o gado porque precisa sobreviver”, afirma o advogado. 

No início do mês o presidente do TRF3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região), desembargador federal Newton De Lucca, suspendeu a reintegração de posse da fazenda com objetivo de evitar um novo conflito entre a Polícia e os indígenas, como ocorre na fazenda Buriti, em Sidrolândia. 

O proprietário da fazenda cogitou entrar com mandado de segurança no STF (Supremo Tribunal Federal) para que a reintegração de posse fosse cumprida, porém de acordo com Muritiba, novas ações serão providenciadas após mais uma reunião do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) em Campo Grande marcada para o dia 5 de agosto.

Os indígenas ocupam a fazenda há 45 dias.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Prefeitura se compromete em reformar Memorial do Índio na Marçal de Souza

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08/07/2013      12:13

Leonardo Rocha


O prefeito Alcides Bernal (PP) se comprometeu em fazer uma reforma no Memorial do Índio, localizado na Aldeia Urbana Marçal de Souza, ele ainda destacou que vai fortalecer o Ponto Cultural da comunidade, esta cobrou ações do executivo que valorizem o artesanato local.

Na visita de Bernal a aldeia urbana, os indígenas discutiram políticas e ações para nova coordenadoria de assuntos indígenas que foi criada há pouco tempo pela prefeitura.

Eles ressaltaram que projetos que antes estavam parados em outras pastas, podem ser retomados com esta mudança.

Sobre a reforma no Memorial, a prefeitura propôs que seja usada a mão de obra da própria comunidade, gerando renda e trabalho aos moradores. 

O representante do Ministério da Cultura, Américo Córdula, foi ao local e pode conferir todas as atividades e ações culturais desenvolvidas na aldeia.

O morador da comunidade, Enio de Oliveira, destacou que há muito tempo a aldeia esperava a visita do poder público para expor suas atividades e repassar as reivindicações.

Ele destacou que desde quando a aldeia foi criada já ouviram muitas promessas e até agora pouca coisa mudou.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Conselho Municipal dos direitos e defesa dos povos indigenas recebe SEDESC,SAS e FUNSAT

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04/07/2013     23:44

Por; SANDER BARBOSA PEREIRA

Presidente do CMDDI- EDUARDO e Dharleng Campos de Oliveira - SEDESC



Na tarde de hoje em sessão no CMDDI- Conselho Municipal dos direitos do Indio, onde na oportunidade esteve  prestigiando com sua visita a senhora Dharleng Campos de Oliveira - Secretária Municipal de Desenvolvimento Econômico, de Ciência e Tecnologia e do Agronegócio - SEDESC. 

Em sua fala fez um relato das ações a serem desenvolvidas, disse ainda sobre as que estão em andamentos dentro desta secretaria e que são de suma importância ao municipio.   

Trouxe as saudações do prefeito Alcides Bernal em referência a criação da coordenadoria indigena em campo grande.

Ivan da Funsat repassou aos presentes informações e orientações sobre Micro-crédito.

Ainda nesta sessão tomou posse como membro do CMDDI Drª Samia Roges Jordy Barbieri representando a SAS - Secretária Municipal de Políticas e Ações Sociais e Cidadania. 

Estiveram presentes: Drª Neyla Mendes da defensoria publica, Técnicas da SAS,lideranças indigenas.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Bernal vai criar Coordenadoria Indígena na Capital

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04/07/2013      12:10

Leonardo Rocha



O prefeito Alcides Bernal (PP) revelou que vai criar uma Coordenadoria Indígena na Capital, ele decidiu tomar esta iniciativa após reunião, ontem em seu gabinete, com representantes do movimento indígena.

Esta proposta foi sugerida pela comunidade durante a campanha eleitoral, inclusive realizando um debate com os candidatos, onde eles se comprometeram em implantar a coordenadoria.


prefeito Alcides bernal e Eduardo presidente do Conselho Municipal dos direitos do indio
 Bernal ressaltou que assim a comunidade indígena terá um órgão específico que articule políticas públicas para seu povo. De acordo com a prefeitura, a coordenadoria irá fixar todos os projetos voltados aos indígenas que estavam em outras pastas do executivo.
A líder terena, Silvana Souza, ressaltou que a comunidade está “protagonizando sua história e que esta ação só fortalece o relacionamento do movimento com a prefeitura”. 

O prefeito também criou em sua administração a Secretaria da Juventude e da Mulher, além da coordenadoria da defesa civil, no entanto após pedir “urgência” aos vereadores para aprovar os projetos, até agora não definiu os secretários e nem a estrutura das pastas.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

PF começa a preparar operação e índios mantêm intenção de resistir a despejo


01/07/2013        19:28  


Edivaldo Bitencourt e Tatiana Lemes

A Polícia Federal começou a organizar a operação para retirar os índios Terena da Fazenda Esperança no Distrito de Taunay, em Aquidauana, a 130 quilômetros de Campo Grande. 

Pode ocorrer novo confronto entre os policiais e os índios, já que eles ameaçam resistir à desocupação. 
A reintegração de posse foi determinada pelo juiz federal Renato Toniasso.

O prazo para a desocupação venceu no dia 27 deste mês (quinta-feira). 

Na quinta-feira mesmo, os donos da área requereram força policial para desocupar a área. O pedido foi formulado pelo Niuton Ribeiro Chaves Junior. Hoje, a assessoria de imprensa da PF confirmou que a corporação está organizando a operação de despejo.

A Cicgoe (Companhia de Gerenciamento de Crises e Operações Especiais), como ocorreu em Sidrolândia, deverá reforçar a operação de despejo. A Força Nacional, que enviou 110 homens para a área de conflito em Sidrolândia, também deve reforçar a operação de desocupação. 

Na semana passada, os índios se reuniram com os representantes das tropas federais e voltaram a alertar que pretendem resistir a eventual desocupação. A primeira desocupação terminou em tragédia no dia 30 de maio deste ano, quando o índio Oziel Gabriel, de 32 anos, morreu após ser baleado em confronto com os policiais.

A PF abriu inquérito para descobrir de onde saiu o tiro que matou o indígena, se foi de uma arma da Polícia Militar ou da Polícia Federal. A morte do índio teve repercussão internacional e obrigou até a presidente Dilma Rousseff (PT) anunciar que resolver o conflito agrário no Estado é a principal prioridade do seu Governo.

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) criou uma comissão para estudar uma solução. Eles discutem duas propostas: comprar terras para ampliar as reservas indígenas ou encontrar uma solução pra todas as etnias, incluindo-se os guaranis na região sul do Estado. 

A Funai (Fundação Nacional do Índio), juntamente com o Ministério Público Federal, já recorreram da decisão, mas não há julgamento do recurso contra o despejo.